terça-feira, 23 de agosto de 2011

O Resultado de nossas escolhas






PARTE II

Somos movidos pela esperança da melhora. Às vezes ouvimos um trecho de música e de repente temos a sensação de que podemos tudo e a ação é gerada. Somos movidos por nossos medos, sentimentos, conceitos, somos movidos pela música, por frases de filme...
Quando chegamos a este mundo, alguém já havia idealizado quem seriamos e o que faríamos quando crescêssemos.
A princípio tudo é fascinante, ás vezes até se torna uma meta corresponder às expectativas colocadas sobre nós. Aí chega a bendita adolescência e tudo o que é oposto passa a ser mais atraente, e mesmo sabendo que existe a tal da psicologia reversa, diversas vezes a gente ‘cai’ que nem patinho. Rola o período de confusão, indecisão, até que chega o momento em que queremos independência. Surge a opção de continuar seguindo as modinhas ou se amadurece passando a aderir somente o que se gosta, descobrindo quem é, ou até mesmo passando a criar a moda, valorizando suas opiniões independente do que os outros irão achar.
Na minha adolescência, eu era mais segura, eu sabia quem eu era e quem eu queria ser. Meu futuro estava seguramente planejado. A insegurança veio depois.
Conforme temos as nossas experiências, nós mudamos nossa forma de pensar.
Uns se realizam com seus feitos, outros se decepcionam. Nossas buscas passam a ser moldadas.
Uns estabelecem metas e não descansam enquanto não as atinge. Outros estão constantemente atrás de novas metas. E há aqueles sem meta, que não estão atrás de nada e esperam que tudo lhes chegue à mão.
Somos movidos pelo que acreditamos, nossos hábitos, nosso gosto e conceitos estão ligados a nossa cultura, ao ambiente em que vivemos. E é claro que a mídia nos trás influencia, nos faz acreditar que algo é bom, mesmo que não seja. Nos faz sentir necessidade de algo que não precisamos, as frases: “Amo muito tudo isso”, “Sinta todo o prazer que a vida tem pra te dar, sinta o sabor de...” e embora eu consuma “Refrigerante e não refrigereco”, ..rs .. Ter opinião é tudo de bom!
O ideal é buscar pela verdade, as raízes das opiniões que nos são expostas.
Tem um trecho de música que diz: “A verdade nunca me libertou, então me libertei sozinha”. Existem muitas coisas que dizem por aí sobre a verdade. “A Verdade dói” .. “A verdade é dura” que gera a pergunta, Porque a verdade liberta?
Bom, uma verdade comprovada é que falar, desabafar já alivia o peso no coração, trás um alívio para a nossa mente. O ato de confessar o pecado e o arrependimento reduz o peso da culpa. A culpa pode até enlouquecer, pois ela perturba a mente, ela deixa a pessoa no estado de defesa, logo tudo o que a pessoa pensa que vem para atacar, ela se antecipa e ataca. Para isso se encaixa o conceito de que devemos primeiro ouvir, analisar, para depois tirar conclusões. “Seja tardio para falar e apto a ouvir”.
Outro fato, é que a grande maiorias, das pessoas que falam bastante, ou são espontâneas em sinceridade, se recuperam mais rápido de seus problemas emocionais, porque não “guardam”. No calor da emoção elas soltam o que vem a mente, e expõe com facilidade suas necessidades e sua forma de pensar está exposta.
No entanto, a verdade que liberta é Cristo. Pois o pecado aprisiona e até mata. A vinda de Cristo nos deu a oportunidade de arrependimento e purificação através do sangue de Cristo derramado por nós. “Jesus disse: Eu Sou o caminho a Verdade e a Vida, ninguém vem ao Pai, se não por mim.
Ser livre é uma escolha. Optar por Jesus é optar pela liberdade.
Existe um mundo de opções e estilo de vida, existe o certo e o errado, e dizem que se você tem dúvida se algo é certo ou não o ideal é optar pelo não. Meu conselho, é “busque a verdade em tudo, busque conhecimento, sabedoria”. O que está em nosso coração, na nossa mente, reflete para a nossa vida. Outro trecho tirado do “livro antigo” é: “ O homem bom tira coisas boas do bom tesouro que está em seu coração, e o homem mau tira coisas más, do mal que está em seu coração, porque a sua boca fala do que está cheio o coração”. Guardar o coração é guardar as emoções, pois elas nos causam impulsos, nos direcionando a um novo caminho, a uma nova atitude.
Você é livre para escolher, como também é livre para viver o resultado de suas escolhas.

O Resultado de nossas escolhas...


PARTE I

Tudo é conseqüência de nossas escolhas. Geralmente quando pensamos em conseqüência, nos vem á mente a idéia relacionada a algo ruim. Mas quando nos deparamos com um resultado positivo em nossa vida, de repente olhamos para trás e enxergamos todo o percurso para se chegar a este fim maravilhoso.
Daí passamos a observar o quão importante são as decisões, mesmo as simples, como fazer uma rota diferente para chegar ao trabalho. E notamos o peso da decisão quando o resultado é ruim. No resultado ruim existe a opção de lamentar e culpar todos a sua frente, e a opção de seguir em frente. A decisão de tentar novamente, só que de uma forma diferente, ou enxergar aceitando a realidade e considerar as opções, seguindo por um caminho diferente.
Há aqueles que passam a vida inteira sonhando, e há quem prefira a realidade e busque um sonho real, dentro de sua capacidade, condição, ou da força de vontade, fazendo acontecer.
Cada decisão, por mais simples que seja, nos aponta para uma direção, como uma bússola, surgem então novas oportunidades, novas decisões. Não existe destino, existe conseqüência, seja boa ou ruim. Acredito que é infeliz quem espera que tudo resolva por si só. Pois existe diferença entre “encontrar o momento certo” de “se acomodar no tempo”.
Nem tudo podemos controlar. Não é possível controlar o clima do tempo, como também não é possível voltar no tempo e recuperar o que se perdeu.
Nem sempre temos o que precisamos a nosso favor.
Nem sempre o que queremos nos quer.
Nem sempre estaremos onde queremos e precisamos estar.
Mas vale lembrar, que cada momento de nossa vida é importante, e cada um suporta os fatos a sua maneira. Existe o inevitável, tudo o que existe teve um começo e terá um fim. Nossa juventude um dia irá embora, nos deixando as marcas de nossas decisões.
Então vem a pergunta; O que importa? O Amor?
Fica mais fácil entender que não vivemos para nos mesmos, quando observamos que uma mãe não cria o seu filho para si, mas para o mundo. De maneira que as decisões dele serão baseadas em uma realidade diferente da dela, talvez até em uma cultura diferente.
Eu li, no “livro antigo”, que o mais importante é o amor, que se não tivesse amor, nada seria! O interessante é que o amor não é algo para ficar somente
dentro de você, é algo que tem que sair de você, para que possa ter efeito.
O amor é gerado pelo conhecimento. Há quem diga, que nunca conheceu o amor. O amor que fica dentro somente, se transforma em egoísmo. O amor que sai, gera mais amor. Se você se importa com alguém, se você se preocupa com o bem estar de alguém, ou talvez até abra a mão de algo que você quer para beneficiar alguém, isso também é amor.
O Amor é um Sentimento. Amar é uma Atitude. O amor é algo que vem até você, mas Amar, deixar de pensar só em você, de fazer só por você, isso é uma decisão.
Você pode decidir no que vai acreditar.
Você pode escolher um modo de vida.
Você pode optar por ser feliz. Entendendo que ser feliz é um resultado de uma boa escolha.
Você pode resolver concluir antigas pendências ou apenas ficar meditando no que deixou de fazer.
Você pode acreditar em si mesmo, ou achar que só os outros tem qualidades e só eles evoluem.
Você pode encarar seus medos, ou continuar se escondendo.
Você pode descobrir o valor de dizer sim e vencer o desanimo.
Você pode Decidir ver a vida passar, ou vive-la.



continua...